
A temporada de 1988 foi inteiramente dominada pela McLaren, a briga pelo título mundial se restringiu aos dois pilotos da equipe britânica, Senna e Prost. O francês, considerado o primeiro piloto da escuderia, lutava pelo tricampeonato e o brasileiro, que vinha da Lótus, era considerado a grande promessa da categoria.
No campeonato de construtores a McLaren mostrou toda sua força ao aplicar um vareio nas concorrentes. O time inglês chegou a marca de 199 pontos, contra apenas 65 da segunda colocada, a Ferrari. Das 16 provas disputadas, a McLaren venceu nada menos que 15.
A Fórmula 1 chegou na penúltima etapa, o GP do Japão. Ayrton Senna largava na pole position e Alan Prost saía na segunda posição. Bastava Ayrton vencer para sagrar-se campeão, mas a tarefa não era tão simples como parecia. Logo na largada, Senna teve proplemas e caiu para a décima sexta colocação e as coisas pareciam estar perdidas. Mas aí apareceu toda a competência, maestria e arrojo do gênio das pistas.
O brasileiro partiu a caça de Alan Prost, ultrapassando seis adversários só na primeira volta. Aos poucos Ayrton chegava no francês, conquistando posições sem tomar conhecimento de quem estava à sua frente. E o que era considerado impossível aconteceu: Senna alcançou Prost e no momento em que o francês se atrapalhou com os retardatários, ele pegou o vaco para passar e assumir a ponta do Grande Prêmio do Japão.
Daquele instante em diante, bastou Ayrton Senna administrar o primeiro lugar e vencer de forma genial, conquistando assim seu primeiro título na Fórmula 1. Não poderia ter sido de outro jeito, espetacular e emocionante. Além do brasileiro levar o campeonato, ele ainda fez 13 poles positions e venceu 8 corridas, recorde naquela época.
Em meio as guerras políticas na Fórmula 1, o melhor é reviver os bons tempos que jamais irão voltar.
Leandro Montianele
No campeonato de construtores a McLaren mostrou toda sua força ao aplicar um vareio nas concorrentes. O time inglês chegou a marca de 199 pontos, contra apenas 65 da segunda colocada, a Ferrari. Das 16 provas disputadas, a McLaren venceu nada menos que 15.
A Fórmula 1 chegou na penúltima etapa, o GP do Japão. Ayrton Senna largava na pole position e Alan Prost saía na segunda posição. Bastava Ayrton vencer para sagrar-se campeão, mas a tarefa não era tão simples como parecia. Logo na largada, Senna teve proplemas e caiu para a décima sexta colocação e as coisas pareciam estar perdidas. Mas aí apareceu toda a competência, maestria e arrojo do gênio das pistas.
O brasileiro partiu a caça de Alan Prost, ultrapassando seis adversários só na primeira volta. Aos poucos Ayrton chegava no francês, conquistando posições sem tomar conhecimento de quem estava à sua frente. E o que era considerado impossível aconteceu: Senna alcançou Prost e no momento em que o francês se atrapalhou com os retardatários, ele pegou o vaco para passar e assumir a ponta do Grande Prêmio do Japão.
Daquele instante em diante, bastou Ayrton Senna administrar o primeiro lugar e vencer de forma genial, conquistando assim seu primeiro título na Fórmula 1. Não poderia ter sido de outro jeito, espetacular e emocionante. Além do brasileiro levar o campeonato, ele ainda fez 13 poles positions e venceu 8 corridas, recorde naquela época.
Em meio as guerras políticas na Fórmula 1, o melhor é reviver os bons tempos que jamais irão voltar.
Leandro Montianele
