Aquilo que era previsto pela maioria aconteceu, e Flavio Briatore foi banido do automobilismo pela armação no GP de Cingapura do ano passado. O Conselho Mundial de Esportes a Motor além de banir o italiano, proibiu seu envolvimento em qualquer tipo de assunto ligado a Fórmula 1. Diante disso Briatore não poderá mais exercer a função de empresário de pilotos na categoria.
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O ex-diretor de engenharia, Pat Symonds, pegou uma pena mais leve e ficará suspenso por cinco anos de quaisquer competições organizadas pela FIA. Symonds recebeu esta punição não tão pesada por ter admitido o papelão. A Renault recebeu apenas uma suspensão de dois anos, mas não cumprirá a pena por ter colaborado nas investigações.
Talvez o maior beneficiado de toda essa história tenha sido Nelsinho Piquet, que foi inocentado perante o Conselho. A FIA já havia prometido uma proteção ao brasileiro caso ele apontasse os culpados. Conforme já dito por Nelsinho, sua carreira terá que começar do zero depois do seu envolvimento direto neste escândalo. Essa é uma mancha que dificilmente será apagada ao longo de sua trajetória no automobilismo.
O espanhol Fernando Alonso, que venceu a corrida após o esquema do acidente, teve seu nome retirado de qualquer envolvimento ligado a armação.
Briatore está pagando agora pelas coisas que ele fez e não foram descobertas ao logo dos anos em que esteve na categoria. No fim das contas a justiça se fez presente e o maior culpado de tudo isso ficará bem longe da Fórmula 1 para sempre.
Arrivederci meu caro mafioso italiano!
Leandro Montianele















