sábado, 31 de janeiro de 2009

Momento Ridículo

Uma das cenas mais ridículas da história do esporte mundial aconteceu na Áustria num dia 12 de Maio de 2002, dia das mães naquele ano. A equipe Ferrari não tinha adiversários e seus carros dominavam com sobras o campeonato. Até então não haveria necessidade alguma de adotar medidas que alterasse o resultado natural da corrida, mas foi aí que tudo mundou.

Barrichello liderava a prova de forma tranquila com Schumacher logo atrás, o alemão estava em primeiro lugar num campeonato em que a Ferrari era muito superior aos demais. O título de Michael era praticamente certo, nada o atrapalharia naquele ano.

Eles entraram na volta final com suas posições mantidas e pelo desenrolar da corrida fariam a dobradinha com o brasileiro em primeiro e o alemão em segundo. Quando entraram na última curva não teve jeito, Barrichello obedeceu uma ordem imposta pela escuderia italiana e deixou Schumacher passar para vencer aquele Grande Prêmio. Momento pífio na história da Fórmula 1.

O autódromo vaiou impiedosamente aquela cena patética. Debaixo de vaias os pilotos subiram ao pódio e Schumacher meio sem graça cedeu o primeiro degrau e o troféu a Rubinho, ato que não mudou em nada o papelão daquele domingo de dia das mães.

Sem dúvidas nenhuma esse foi a maior atitude ante desportiva na história da Fórmula 1 e do esporte num modo geral. Que esses acontecimentos possam servir de lição para aqueles que pensam somente no "ganhar a qualquer custo".

Abaixo segue o video onde o narrador Cleber Machado se desespera com o ocorrido e solta a hoje famosa expressão "hoje não, hoje não, HOJE SIM.... hoje sim?". Momento revoltante que marcou negativamente a categoria máxima do automobilismo.

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Abraços!

Leandro Montianele

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Problemas, problemas e problemas

Até o momento seis equipes apresentaram seus novos carros para a temporada 2009 da Fórmula 1. Todos eles possuindo as novas regras estabelecidas pela FIA que acabaram deixando os bólidos esteticamente bem esquisitos, mas tudo pelo bem da competitividade.

Mas o que não estava no roteiro das escuderias eram as quebras de suas máquinas. Primeiro foi o Renault R29 que teve problemas mecânicos na terça-feira e deixou o piloto Nelsinho Piquet a pé, algo já comum para o brasileiro. No dia seguinte foi a vez da Toyota de Glock pegar fogo no circuito do Algarve e em seguida a McLaren do atual campeão, Lewis Hamilton, teve problemas no Kers, deixando o inglês impossibilitado de continuar os testes. Dos seis carros lançados, três deles ficaram pela pista.

Diante desse cenário, vem o questionamento quanto a confiabilidade dos novos carros. Continuar um projeto como o dos anos anteriores é uma coisa, mas pegar para contruir do zero é outra totalmente diferente. Parece meio cedo para afirmar qualquer coisa, mas tenho receio de frequentes quebras nesta temporada, algo que nas últimas se tornaram poucas. Até onde vai a confiança nos bólido?

Muito se fala em aumentar as ultrapassagens, brigas por posições e por aí vai. Mas esquecem que na dianteira do carro existe uma asa gigante que poderá causar acidentes em tentativas de ultrapassar. O piloto será muito mais cauteloso ao se arriscar em alguma manobra emocionante.

Não podemos afirmar nada antes do campeonato iniciar. Estas são apenas situações questionáveis que podem ocorrer neste ano de mudanças. Há possibilidades da categoria se tornar um show de emoção ou a corrida terminar com poucos carros na pista. Vamos esperar para ver.

Abraços!

Leandro Montianele

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Hakkinen vs Schumacher em Spa - Grandes Momentos

Durante dois anos seguidos (1998 e 1999) os pilotos Mika Hakkinen, da McLaren, e Michael Schumacher, da Ferrari, foram os protagonistas na disputa pelo título Mundial de Fórmula 1. Hakkinen havia levado a melhor nas duas temporadas e em 2000 lá estavam novamente o finlandês e o alemão brigando pelo o campeonato.

Ambos disputavam o título corrida a corrida, tanto o piloto da McLaren quanto o da Ferrari buscavam o tricampeonato da categoria. Os pilotos chegaram na décima terceira etapa, o Grande Prêmio da Bélgica, e a briga para ver quem se dava melhor naquele ano estava mais do que indefinida.

Devido o asfalto molhada, a largada da prova em Spa-Francorchamps foi dada com o Safety Car. Mika largava na pole position e logo abriu uma tranquila diferença, mas o que ele não esperava era tocar em uma zebra molhada e com isso rodar, perdendo assim a liderança da prova para o piloto da Ferrari. Começava ali uma perseguição.

Faltando quatro voltas para o término da corrida, o finlandês já tinha tirado a diferença para o alemão e todos observavam qual seria o desfecho final. Logo à frente dos dois estava o retardatário Ricardo Zonta que foi personagem de umas das mais lindas ultrapassagens da Fórmula 1.

Zonta vinha pelo meio, Schumacher tirou sua Ferrari para a esquerda, embutido logo atrás surgiu Hakkinen pela direita e os três estavam lado a lado na pista. Mika conseguiu passar pelo brasileiro, deu um "chega pra lá" em Michael e retomou a primeira colocação da prova. Manobra sensacional que deixou o público boquiaberto.

Mika Hakkinen venceu este Grande Prêmio, mas não levou o campeonato e a Ferrari conquistou um título que não vinha desde 1979.

Deixo registrado o vídeo dessa bela manobra que tirou o fôlego de muitos naquele GP da Bélgica de 2000.

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Abraços!

Leandro Montianele

sábado, 17 de janeiro de 2009

Parabéns Deyvison !!!

É neste dia 17 de janeiro que o nosso amigo blogueiro aqui do Loucos por F-1, Deyvison Nascimento, está fazendo mais um ano de vida!!! O blog está em festa pelos vinte e poucos anos do meu grande amigo que é fã do espetacular Ayrton Senna, torcedor da equipe McLaren e do maior time do mundo, o Mengão é claro.

Que Deus esteja abençoando sua vida cada dia mais e que esta data possa ser comemorada diversas vezes até você ficar velhinho...rsrsrsrs. Mais um pouquinho daria para fazer um festa de aniversário junto com o lançamento do McLaren MP4-24.

Feliz Aniversário, Deyvison!!!

Abração!

Leandro Montianele

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

McLaren MP4 - 24

Como já foi anunciado pelo Deyvison aqui no blog, a McLaren apresentou nesta manhã seu mais novo bólido para a temporada 2009. A equipe inglesa, junto com Lewis Hamilton, tentará o bicampeonato em um ano cheio de novidades na categoria.

Mas não foi apenas o lançamento da Flecha Prateada que chamou a atenção, Ron Dennis aproveitou o evento para anunciar que está deixando o cargo de chefe de equipe da McLaren nesta temporada. Dennis está no comando da equipe desde 1981 e deixará o legado nas mãos de Martin Whitmarsh, seu braço direito de anos. Segundo ele, não será sua aposentadoria, pois estará se dedicando em outras funções do grupo McLaren.

Segue mais alguma fotos da linda máquina prateada.
























Abraços!
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Leandro Montianele

E a Flecha de Prata foi disparada!


Bom dia amigos do Loucos por F1!


O mundo conheceu, nesta sexta-feira pela manhã, horário de Brasília, o novo modelo da equipe McLaren de Fórmula 1.


O MP4-24, como foi chamado, chega às pistas com a responsabilidade de carregar o atual campeão do mundo Lewis Hamilton, que caminhará firme rumo ao bicampeonato.


Como todos sabem, eu e o Leandro somos torcedores da equipe de Woking, muito provavelmente devido aos três títulos que a equipe proporcionou ao gênio Ayrton Senna.


Desejo toda boa sorte do mundo para a equipe e que ela possa terminar 2009 levantando novamente o campeonato mundial.


Grande abraço.


Deyvison Nascimento

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A Lendária Equipe Lótus - Parte II

Em 1970, Jochen Rindt levou a Lótus 72 para a vitória. O carro possuía grandes inovações na suspensão, no radiador, nos freios e na asa traseira. O modelo, originalmente, teve problemas com a suspensão, mas quando estes foram corrigidos, Rindt mostrou toda a superioridade e dominou o campeonato até falecer em Monza, devido a um problema no freio.

A causa do falecimento de Rindt não foi completamente entendida. O restante da temporada de 1970 foi algo desalentador, com vários jovens pilotos guiando os carros. O time despendeu muito tempo testando uma turbina movida a gasolina, também guiada por quatro pilotos. O modelo de 1971 não trouxe nenhum avanço significativo em termos de tecnologia, mas permitiu que Chapman testasse vários pilotos. Para 1972, o time focou novamente no chassi Tipo 72, com o Imperial Tobacco deixando de ser o principal patrocinador e já contando com o novo John Player Special. O carro, agora com o parceiro “JPS”, de cor preta com letras em dourado conseguiu abocanhar o campeonato de 1972 com o brasileiro Emerson Fittipaldi, então com 25 anos, que veio a ser, à época, o mais jovem campeão do mundo, um recorde que durou até 2005, quando Fernando Alonso, com 24 anos, o superou. A equipe Lótus também venceu o campeonato de construtores em 1973 pela 6ª vez. Então, o modelo 72 começava a ficar ultrapassado, mas o sucessor, como o 76 por exemplo, desapontava.

A companhia, agora permanentemente situada em Ketteringham Hall, continuou a trabalhar bem de acordo com a demanda de carros esportivos na década de 60, antes do Governo dos EUA introduzirem as regulamentações na década de 70, no que parecia ser o fim da fábrica.

Chapman era também um sucesso em Indianápolis com o Lótus 29 vencendo as 500 Milhas na sua primeira participação em 1963, com Clark ao volante. Esta foi a corrida que marcou o começo do desaparecimento dos carros com motores frontais em Indianápolis. Clark estava liderando também em 1964 quando abandonou devido a um problema na suspensão, mas em 1965 ele voltou a vencer no circuito com um Lótus 38. O primeiro carro com propulsão traseira a vencer as 500 Milhas.

Muitos dos sucessos de Chapman vieram de inovações. O Lótus 25 era o primeiro chassi monocoque na Formula 1, o 49 era o primeiro a não usar o motor como parte sobrecarregada do veículo, o “56 Indycar” era empurrado por uma turbina movida a gasolina, com suspensão ativa nas quatro rodas. O Lótus 63 foi o primeiro carro com propulsão traseira a vencer na categoria e o Lótus 72 quebrou os paradigmas quando inovou na aerodinâmica. Chapman também era inovador como chefe de equipe. Para 1968, a FIA permitiu a exposição de patrocinadores na categoria, desde que elas fossem relacionadas ao automobilismo, como BP, Shell e Firestone. Em abril, a Lótus foi a primeira equipe a realmente se aproveitar deste feito, com Clark Type 48 F2 aparecendo em Hockenheim com as cores vermelha, dourada e branca da marca de cigarros Imperial Gold Leaf. O modelo da Fórmula 1 seguiu a tendência em Jarama.

A equipe Lótus foi a primeira a conseguir 50 vitórias em GP’s. (Ferrari foi a segunda equipo a atingir tal marca, mesmo tendo vencido sua primeira corrida na F1 em 1951, sete anos antes da estréia da equipe Lótus na categoria).

Em meados da década de 70, os engenheiros da Lótus começaram a trabalhar em cima de aspectos aerodinâmicos. O Lótus 78 e o Lótus 79, de 1978, foram extraordinariamente vitoriosos com Mario Andretti vencendo o campeonato da categoria. A equipe se atentou para os efeitos aerodinâmicos do Lótus 80 e do Lótus 88. Este último desenvolvido em fibra de carbono para a temporada de 1981, mas este foi banido da corrida por sua tecnologia de “chassis gêmeos”. O McLaren MP4/1 foi o primeiro carro totalmente de fibra de carbono a correr na categoria. Chapman já havia começado a trabalhar no programa de desenvolvimento da suspensão ativa, mas morreu devido a um ataque cardíaco em dezembro de 1982 com 54 anos.


Depois da morte de Chapman, a equipe de corridas passou a ser dirigida por Peter Warr, mas foi um período de insucessos para a escuderia na Fórmula 1. Em meados da temporada de 1983, a Lótus contratou o designer francês Gerard Ducorouge e em cinco semanas, ele construiu o motor Renault Turbo 94T. A escolha dos pneus Goodyear levou Elio de Angelis a terminar em terceiro no campeonato mundial, mesmo com o italiano não vencendo nenhuma corrida. Quando Nigel Mansell saiu do time no fim de 1984, a equipe contratou o brasileiro Ayrton Senna. O Lótus 97T era uma construção mais sólida e permitiu que de Angelis vencesse em Ímola e Senna em Portugal e na Bélgica. Senna cravou 8 Pole-Positions, com duas vitórias (Espanha e Detroit) na temporada de 1986 guiando o revolucionário Lotus 98T. No fim desta temporada a equipe perdeu a parceria de longa data com a John Player Special e fechou uma nova parceria com a Camel. A habilidade de Ayrton Senna atraiu a atenção da Honda Motor Company e quando a Lótus aceitou Satoru Nakajima com segundo piloto, os motores foram recebidos. O carro desenhado por Ducarouge 99T contava com a suspensão ativa, mas habilitou Ayrton Senna vencer apenas duas vezes, em Mônaco e em Detroit. O brasileiro deixou a equipe no fim da temporada e a Lótus trouxe Nelson Piquet, da Williams.

O Lótus Honda 100T não conseguiu repetir o sucesso dos modelos anteriores e Ducarouge decidiu, em meados de 1989, que estava retornando à França. A equipe trouxe Frank Dernie para substituí-lo. Com as novas regulamentações dos aspirados em 1989, a equipe perdeu os motores Honda-Turbo e foi para os motores Judd V8. Na metade da temporada, Warr saiu da equipe e foi substituído por Rupert Manwaring, enquanto um executivo de longa data da companhia, Tony Rudd, se transformou no chefe da equipe. No fim da temporada, Piquet foi para a Benetton e Nakajima para a Tyrrell. Um acordo costurado pelos motores Lamborghini V12, trouxeram à equipe os pilotos Derek Warwick e Martin Donnelly, que depois de pouco tempo sofreria um violento acidente em Jerez. No fim do ano, a Camel retirou seu patrocínio da equipe.

Peter Collins e Peter Wright organizaram um acordo para devolver a equipe Lótus para a família Chapman. Em dezembro, a nova equipe Lótus estava lançada com Mika Hakkinen e Julian Bailey fechados para 1991. Bailey foi substituído por Johnny Herbert depois de um acordo para a equipe utilizar os motores Ford V8 em 1992. A escuderia agora sofria com um orçamento apertado, mas mesmo assim conseguiria bons resultados com o finlandês Mika Hakkinen, que marcou 11 pontos e a equipe terminando o mundial de construtores em quinto lugar. Hakkinen foi para a McLaren em 1993 e foi substituído por Alessandro Zanardi, que sofreu um grave acidente no GP da Bélgica e foi substituído por Pedro Lamy, que foi o companheiro de Johnny Herbert até o fim da temporada. A equipe, apesar do pequeno orçamento, terminou o campeonato de 1993 na sexta colocação nos construtores.

Infelizmente, as contas foram se acumulando e a equipe estava impossibilitada de desenvolver o Lotus 107, que havia sido desenhado por Chris Murphy. O time apostava no retorno dos sucessos com os motores Mugen Honda. Herbert e Lamy sofreram com os carros velhos. O piloto português ficou seriamente ferido em um acidente num teste em Silverstone e Zanardi retornou. A esperança chegou com o Lótus-Mugen Honda 109, podendo salvar o dia. Em uma tentativa desesperada de fazer a equipe sobreviver, ela aceitou o pagamento do piloto Philippe Adams para guiar no GP da Bélgica. Em Monza, Zanardi estava de volta ao cockpit da equipe e a Lótus 109 estava pronto. Herbert largou em quarto, mas na primeira chicane foi colocado para fora pela Jordan de Eddie Irvine. No fim do dia, Herbert afirmou sentir que poderia ter vencido a corrida. O dia seguinte da equipe foi tumultuado, precisando de uma ordem da administração para que a equipe ficasse protegida dos credores. Tom Walkinshaw pagou a multa do contrato de Johnny Herbert com a equipe e o levou para a Ligier e posteriormente para a Benetton.

Em outubro, o time foi vendido para David Hunt, irmão de James. Mika Salo foi trazido para substituir Herbert. Em dezembro, no entanto, o trabalho no novo Lótus 112 estava atrasado. Em fevereiro de 1995 Hunt anunciou uma aliança com a Pacific Grand Prix e a equipe Lótus acabou. A Pacific inicialmente era chamada de Pacific Team Lótus e seu carro era predominantemente verde com o símbolo da Lótus, mas quando a temporada terminou, a performance e as finanças da Pacific eram das piores e muitos de seus patrocinadores e apoiadores afirmaram que não mais gostariam da menção do nome Lótus junto com a sua equipe e então, a partir deste momento a equipe foi chamada somente de Pacific. A mesma se retirou da categoria em 1996.

Abraços!


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Ferrari F60

Nesta segunda-feira em Mugello, a Ferrari lançou o novo carro para a temporada 2009 da Fórmula 1. Com um visual retrô e atendendo as novas regras impostas pela FIA, o F60 foi batizado em homenagem aos 60 anos em que a equipe italiana disputa o Mundial da categoria.

Após o lançamento, o brasileiro Felipe Massa foi o primeiro piloto a guiar o mais novo bólido da Ferrari pela pista de Mugello. Massa se mostrou muito entusiasmado e diz estar ainda mais forte para esta temporada. Ao contrário do que foi divulgado pela FIA, o brasileiro utilizará o número 3 em seu carro, equanto o seu companheiro de equipe, Kimi Raikkonen, terá o 4 estampado em sua carenagem.

Fora das pistas a Ferrari largou na frente, mas o que todos esperam de verdade é que as trapalhadas de 2008 não se repitam novamente neste ano. O primeiro passo foi dado, basta sabermos se o trabalho no box será bem desenvolvido. Dessa vez sem mangueira de combustível pendurada no carro, por favor.

As próximas escuderias que vão apresentar seus carros ainda nesta semana são Toyota (quinta-feira) e McLaren (sexta-feira). A nova flecha prateada será lançada em Woking, Inglaterra.

Abraços!

Leandro Montianele

sábado, 10 de janeiro de 2009

Senna vs Mansell - Grandes Momentos

Após um longo período de recesso devido as festas de final de ano, estamos de volta para começarmos 2009 em grande estilo. O primeiro post desse ano é um dos vários momentos épicos do eterno ídolo Ayrton Senna.

Com a total superioridade dos carros da Williams em relação a McLaren na temporada de 1992, o grande Senna teve que fazer a diferença no braço. Após as vitórias de Nigel Mansell nas cinco primeiras corridas, Senna foi para as ruas de Mônaco, onde é rei, dar mais um show de pilotagem para o mundo.

Após o demorado pit stop do Leão, o brasileiro conseguiu chegar à liderança da corrida. Mas logo atrás, babando, vinha Mansell a bordo do melhor carro da Fórmula 1, tentando de todas as formas ultrapassá-lo. Não existia diferença de distância entre Williams e McLaren tamanha era pressão do inglês.

Senna segurou no braço o ímpeto de Nigel Mansell, vencendo pela quinta vez nas ruas do principado e quebrando a hegemonia do Leão naquele início de temporada. Mais uma vez o gênio mostrou o puro talento que possuía nas pistas guiando um fórmula 1.

Para quem quer recordar este momento memorável, segue o vídeo com as últimas voltas do Grande Prêmio de Mônaco de 1992. É simplesmente emocionante.

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Abraços!

Leandro Montianele